quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

10 'truques' essenciais de maquilhagem

O fim-de-semana está a aproximar-se. Quer vá sair à noite com as amigas, jantar fora com o seu/sua mais que tudo ou beber café com os seus colegas de trabalho, porque não aprimorar a sua beleza natural?

Para ajudar, a revista Elle fez uma lista de dez dicas sobre aquilo que pode e o que não deve fazer nestas ocasiões:

1. Cuidado ao aplicar o corretor
O corretor. Aquele produto que faz milagres seja a esconder marcas seja a disfarçar olheiras e borbulhas. Mas tenha atenção: não coloque nem corretor nem base nas pálpebras porque criam pequenas ‘rugas’ de maquilhagem.


2. Espalhe a base com os dedos
Para melhor espalhar a base pela sua cara, use as suas mãos. Pode também recorrer aos pincéis caso queira espalhar menos o produto e colocá-lo em zona específicas.


3. Não ponha pó 'à toa'
Aplique sempre o pó primeiro na zona da cara com mais brilho - que normalmente corresponde à testa, nariz e queixo (a zona T). Para o resto da cara, procure não aplicar tanto produto.


4. Onde colocar o pó bronzeador?
Nada melhor do que pôr um pouco de pó bronzeador para lhe dar uma ‘pequena cor’, em especial no inverno. Coloque-o no pescoço, na cara e no peito para que a sua pele fique uniforme. Não se esqueça de verificar que estas partes do corpo ficam todas do mesmo tom.


5. Sorria para o blush
Quando aplicar o blush, sorria primeiro e depois coloque nas maçãs do rosto de cima para baixo, ou seja, até ao início da orelha e depois para baixo na direcção da linha do queixo.


6. Não se esqueça das sobrancelhas
As sobrancelhas não podem ser ignoradas quando se está a maquilhar. Pinte com um lápis castanho ou ponha um pouco de pó no local mais elevado da sua sobrancelha para ‘levantar’ o rosto.


7. Um truque para aplicar o batom
Ao pôr o batom verifique não só que este não fica muito definido na parte superior do lábio mas também que está espalhado até aos cantos da boca. Pressione bem quando estiver a aplicá-lo.


8. ‘A base’ da sombra
Comece por aplicar uma ‘sombra-base’ sem brilho e que seja do mesmo tom que a parte mais clara da sua cara. Aplique-a em toda a pálpebra até à sobrancelha.

Quando puser uma sombra mais escura na curva da pálpebra, não se esqueça de verificar que estes dois tons estão bem ‘misturados’.


9. Pôr o eyeliner 'de perto'Em vez de aplicar o eyeliner a olhar diretamente para o espelho, experimente aproximar-se o mais possível do mesmo. Depois levante a cabeça e ‘aponte’ o seu queixo ao espelho. Quando puser o eyeliner, olhe para abaixo, mais precisamente para o canto interior, e desenhe o risco até ao fim do olho, onde acaba a curva da pálpebra.


10. Por fim, falta o rímelQuando puser o rímel, faça-o em movimentos 'zig-zag' do início das pestanas até ao fim. Vai ver que resulta.

Notícia retirada daqui

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Tripaya

Já conhecem a Tripaya ?
Segundo o orçamento disponível dá sugestões de destinos, com a indicação do voo seleccionado e do hotel, depois disso é só marcar!
Muito interessante.


terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Músicas que nos tocam a alma #6



'Quando faltar sorte, faça sobrar atitude.
O azar morre de medo de pessoas determinadas!'

Os melhores destinos ‘low-cost’ de 2016


Já conhecem o site Momondo?! momondo.pt é um website gratuito e independente que permite comparar milhões de voos baratos, hotéis e carros de aluguer.

Para quem quer fugir às viagens típicas e destinos amontoados de gente, esta página dá dicas de viagens para sítios fantásticos e turisticamente pouco explorados.

Vale a pena espreitar.

Leia mais em momondo.pt


sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Ellen DeGeneres

Adoro esta mulher.
É sem qualquer dúvida uma das minhas maiores inspirações e admirações, como pessoa e profissional.
São necessárias mais pessoas assim no mundo.

Um prémio completamente merecido.



domingo, 3 de janeiro de 2016

Não é a infelicidade que dói...

O que mais dói não é – desengana-te – a infelicidade. A infelicidade dói. Magoa. Martiriza. É intensa; faz gritar, sofrer, saltar, chorar. Mas a infelicidade não é o que mais dói. A infelicidade é infeliz – mas não é o que mais dói.
O que mais dói é a subfelicidade. A felicidade mais ou menos, a felicidade que não se faz felicidade, que fica sempre a meio de se ser. A quase felicidade. A subfelicidade não magoa – vai magoando; a subfelicidade não martiriza – vai martirizando. Não é intensa – mas é imensa; faz gritar, sofrer, saltar, chorar – mas em silêncio, em surdina, em anonimato. Como se não fosse. Mas é: a subfelicidade é. A subfelicidade faz-te ficar refém do que tens – mas nem assim te impede de te sentires apeado do que não tens e gostarias de ter. Do que está ali, sempre ali, sempre à mão de semear – e que, mesmo assim, nunca consegues tocar. A subfelicidade é o piso -1 da felicidade. E não há elevador algum que te leve a subir de piso. Tens de ser tu a pegar nas tuas perninhas e a subir as escadas. Anda daí.
Sair da subfelicidade é um drama. Um pesadelo. Sair da subfelicidade é mais difícil do que sair da infelicidade. Para sair da infelicidade, toda a gente sabe – tu mesmo o sabes: tens de tomar medidas drásticas. Medidas radicais. Porque a infelicidade é, também ela, radical. Mas sair da subfelicidade é uma batalha interior muito mais dolorosa. Desde logo, porque não sabes se queres, mesmo, sair da subfelicidade. Porque é na subfelicidade que consegues ter a certeza de que evitas a desilusão – terás, no máximo, a subdesilusão; porque é na subfelicidade que consegues ter a certeza de que evitas a perda – terás, no máximo, a subperda. Estás a ficar perdido com o que te digo?
A subfelicidade é o produto mais diabólico que a humanidade criou. Formatado pela consciência, o homem assimilou um conceito que, na verdade, não existe: o da felicidade segura. Espero que estejas bem seguro nessa cadeira quando leres o que aí vem no próximo parágrafo.
A felicidade segura não existe. A felicidade segura é segura, sim – mas não é felicidade. A felicidade pacífica é pacífica, sim – mas não é felicidade. A felicidade, quando é felicidade, assolapa, euforiza, arrebata. E não deixa respirar, e não deixa sequer pensar. A felicidade, quando é felicidade, é só felicidade. E tudo o que existe, quando existe felicidade, é a felicidade. Só ela e tu. Ela em ti. Ela em todo o tu. A felicidade, para ser felicidade, não tem estratos, não tem razão. Ou é ou não é. A felicidade é animal, de facto – mas é ainda mais demencial. Deixa-te louco de felicidade, maluco de alegria, passado dos cornos. Só quando estás dentro da felicidade é que estás fora de ti. Liberto do corpo, da matéria, da sensação – e imerso naquela indizível comunhão. Tu e a felicidade. Já a sentiste, não?
Não há como dizer de outra maneira: se estás acomodado à subfelicidade, se tens medo de ser feliz e preferes a certeza de seres subfeliz: és um triste de todo o tamanho. A subfelicidade é uma tristeza. Uma tristeza de hábitos, de rotinas, de sorrisos – uma tristeza que inibe a surpresa, o imprevisível, a gargalhada. Uma tristeza que te faz refém do que fazes e te impede de te seres o que és. Olha em redor: a toda a volta há pessoas subfelizes, pessoas que dizem “vai-se andando”, pessoas que dizem “tem de ser”, pessoas que dizem “eu até gosto dele”, pessoas que dizem “sou feliz” com os olhos cheios de “queria ser feliz”, pessoas que dizem “é a vida”. Mas não é. A vida não é a quase felicidade. A vida não é a subfelicidade. E, se é a primeira vez que vês isso, fica entendido o que sentes. Ou subentendido, pelo menos.

Por Pedro Chagas Freitas