sexta-feira, 31 de julho de 2009

Magic (Love is...)



"Aprendi que não posso exigir o amor de ninguém...
Posso apenas dar boas razões para que gostem de mim...
E ter paciência para que a vida faça o resto..."

William Shakespeare

quinta-feira, 30 de julho de 2009

O poder do olfato...


Adoroooo um bom perfume.
Desde sempre tive o hábito de associar um determinado perfume a alguma pessoa ou até a um momento, é inevitável. Para mulher, um que adoro é o Cool Water, de Davidoff, para homem um que acho excelente é o Diesel (e há outros que agora não me lembro, porque sou péssima a decorar os nomes).
Acho mesmo que conseguem despertar sentidos, provocar sensações. E aqui falo, é claro, no poder que consegue ter o olfato.
Incensos, velas aromáticas, óleos corporais ou de massagem com aromas, ambientadores, etc., qualquer coisa consegue mudar logo o ambiente. Para uma noite especial, por exemplo, acho essencial utilizar este tipo de objectos, mesmo para uma noite em convívio com amigos, ver um filme, ou outra coisa qualquer, quando o intuito passa por relaxar, acho que recorrendo ao olfato vai ajudar imenso.
Isto acompanhado por uma boa música e temos o ambiente pronto :)

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Abraço...

Não sei se vão concordar comigo, mas considero o abraço um daqueles gestos que só se tem com quem realmente somos próximos. Um beijo, um aperto de mão, damos até a quem acabamos de conhecer, como forma de cumprimento, não um abraço. Um abraço reconforta, um abraço implica sentimento, implica toque, implica querer bem…
É daquelas coisas que não se consegue falsear (eu pelo menos não), não se consegue abraçar alguém sem qualquer sentimento, sem o querer.
Para mim, um abraço é como que dizer “estou aqui” e às vezes, confesso, não preciso de mais nada.


“...Bastou-me abraçar-te e senti-me a libertar. Por momentos não pensei em mais nada, só queria mesmo que aquela dor forte que sentia no peito a prender-me a respiração desaparece-se…e assim foi. Precisei de te sentir, precisei de me sentir protegida, precisei de ti…e tu estiveste lá. Obrigada por isso.”

The proposal...(the movie of course)

Pois bem, no serão do passado domingo foi este o programinha: uma ida ao cinema!
A ideia inicial não era bem este filme, mas devo dizer que foi uma agradável surpresa. Fartei-me de rir :)
E para um filme que já estreou para ai há umas 3 semanas (penso eu), a sala estava cheia, nem disso estava à espera.
Sempre gostei da Sandra Bullock, acho-a uma excelente atriz, para além de ser uma mulher extremamente bonita e sensual. Digamos que o Ryan Reynolds não lhe fica, nada, nada atrás (nadinha mesmo :). Gostei de os ver a trabalhar juntos, deu um excelente resultado!
Recomendo o filme...

terça-feira, 28 de julho de 2009

Hoje...

Hoje estou em stand-by...Como que uma máquina que precisa do seu tempo para reiniciar.
Hoje não quero ter que pensar em nada em concreto...
Hoje apenas me vou deixar levar...

Aborreço-me só por pensar no porquê de estar assim quando sei que tenho tanto e que devia era dar graças por isso...
Detesto sentir-me assim, como que uma criança com medo do mundo, com medo de tudo.
E o mal está mesmo ai...em ter MEDO.
Vou tratar de o enjaular no que me parece prender de forma a que lá fique bem guardadinho, não o quero, nem para mim, nem para ninguém!

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Sinto...


...uma dor que não consigo controlar!

...sinto que estou aprisionada a qualquer coisa que me faz estar mal comigo e com a vida!
Sinto que isso me pode fazer perder o que de mais precioso tenho...
E não quero...
Já chega!!

quinta-feira, 23 de julho de 2009

O porquê das mulheres demorarem tanto tempo quando vão à casa de banho...

TUDO o que está descrito já aconteceu a QUALQUER mulher que conheçam...

O grande segredo de todas as mulheres a respeito da casa de banho é que,
quando eras pequenina, a tua mamã levava-te à casa de banho, ensinava-te a limpar o tampo da sanita com papel higiénico e depois punha tiras de papel cuidadosamente no perímetro da sanita.
Finalmente instruía-te: "nunca, nunca te sentes numa casa de banho pública!" E depois ensinava-te a "posição", que consiste em balançar-te sobre a sanita numa posição de sentar-se sem que o teu corpo tenha contacto com o tampo.

"A Posição" é uma das primeiras lições de vida de uma menina, importante
e necessária, que nos acompanha para o resto da vida. Mas ainda hoje, nos
nossos anos de maioridade, "a posição" é dolorosamente difícil de manter,
sobretudo quando a tua bexiga está quase a rebentar.

Quando *TENS* de ir a uma casa de banho pública, encontras uma fila enorme de mulheres que até parece que o Brad Pitt está lá dentro. Por isso,
resignas-te a esperar, sorrindo amavelmente para as outras mulheres que
também cruzam as pernas e os braços, discretamente, na posição oficial de
“tou aqui tou-me a mijar!”.
Finalmente é a tua vez! E chega a típica "mãe com a menina que não aguenta mais” (a minha filhota já não aguenta mais, desculpe, vou passar à frente, que pena!). Então verificas por baixo de cada cubículo para ver se não há pernas. Estão todos ocupados.

Finalmente, abre-se um e lanças-te lá para dentro, quase derrubando a pessoa que ainda está a sair.
Entras e vês que a fechadura está estragada (está sempre!); não importa…
Penduras a mala no gancho que há na porta… QUAAAAAL? Nunca há gancho!!
Inspeccionas a zona, o chão está cheio de líquidos indefinidos e fétidos, e
não te atreves a pousá-la lá, por isso penduras a mala no pescoço enquanto
vês como balança debaixo de ti, sem contar que a alça te desarticula o
pescoço, porque a mala está cheia de coisinhas que foste metendo lá para
dentro, durante 5 meses seguidos, e a maioria das quais não usas, mas que
tens no caso de…
Mas, voltando à porta… como não tinha fechadura, a única opção é segurá-la com uma mão, enquanto com a outra baixas as calças num instante e pões-te “na posição”…

AAAAHHHHHH… finalmente, que alívio… mas é aí que as tuas coxas começam a tremer… porque nisto tudo já estás suspensa no ar há dois minutos, com as pernas flexionadas, as cuecas a cortarem-te a circulação das coxas, um braço estendido a fazer força na porta e uma mala de 5 quilos a cortar-te o pescoço!

Gostarias de te sentar, mas não tiveste tempo para limpar a sanita nem a
tapaste com papel; interiormente achas que não iria acontecer nada, mas a
voz da tua mãe faz eco na tua cabeça “nunca te sentes numa sanita pública” e então ficas na “posição de aguiazinha”, com as pernas a tremer… e por uma falha no cálculo de distâncias, um finííííssimo fio do jacto salpica-te e molha-te até às meias!!

Com sorte não molhas os sapatos… é que adoptar “a posição” requer uma grande concentração e perícia.

Para distanciar a tua mente dessa desgraça, procuras o rolo de papel
higiénico, maaaaaaaaaaas não hááááá!!! O suporte está vazio!

Então rezas aos céus para que, entre os 5 quilos de bugigangas que tens na
mala, pendurada ao pescoço, haja um miserável lenço de papel… mas para
procurar na tua mala tens de soltar a porta…???? Duvidas um momento, mas não tens outro remédio. E quando soltas a porta, alguém a empurra, dá-te uma trolitada na cabeça que te deixa meio desorientada mas rapidamente tens de travá-la com um movimento rápido e brusco enquanto gritas: “OCUPAAAAAADOOOOOOOOO”!!

E assim toda a gente que está à espera ouve a tua mensagem e já podes soltar a porta sem medo, ninguém vai tentar abri-la de novo (nisso as mulheres têm muito respeito umas pelas outras).

Encontras o lenço de papel! Está todo enrugado, tipo um rolinho, mas não
importa, fazes tudo para esticá-lo; finalmente consegues e limpas-te. Mas o
lenço está tão velho e usado que já não absorve e molhas a mão toda; ou
seja, valeu-te de muito o esforço de desenrugar o maldito lenço só com uma mão.

Ouves algures a voz de outra velha nas mesmas circunstâncias que tu “alguém tem um pedacinho de papel a mais?” Parva! Idiota!

Sem contar com o galo da marrada da porta, o linchamento da alça da mala, o suor que te corre pela testa, a mão a escorrer, a lembrança da tua mãe que
estaria envergonhadíssima se te visse assim… porque ela nunca tocou numa
sanita pública, porque, francamente, tu não sabes que doenças podes apanhar ali, que até podes ficar grávida (lembram-se??)…. Estás exausta! Quando páras já não sentes as pernas, arranjas-te rapidíssimo e puxas o autoclismo a fazer malabarismos com um pé, muito importante!

Depois lá vais pró lavatório. Está tudo cheio de agua (ou xixi? lembras-te
do lenço de papel…), então não podes soltar a mala nem durante um segundo, pendura-la no teu ombro; não sabes como é que funciona a torneira com os sensores automáticos, então tocas até te sair um jactozito de água fresca, e consegues sabão, lavas-te numa posição do corcunda de Notre Dame para a mala não resvalar e ficar debaixo da água.

Nem sequer usas o secador, é uma porcaria inútil, pelo que no fim secas as
mãos nas tuas calças – porque não vais gastar um lenço de papel para isso – e sais…

Nesse momento vês o teu namorado, ou marido, que entrou e saiu da casa de banho dos homens e ainda teve tempo para ler um livro de Jorge Luís Borges enquanto te esperava.
“Mas por que é que demoraste tanto?” - pergunta-te o idiota.
“Havia uma fila enorme” - limitas-te a dizer.
E é esta a razão pela qual as mulheres vão em grupo à casa de banho, por
solidariedade: uma segura-te na mala e no casaco, a outra na porta e a outra passa-te o lenço de papel debaixo da porta, e assim é muito mais fácil e rápido, pois só tens de te concentrar em manter “a posição” e a dignidade.


*Enviado por email por uma colega. Gostei :)

terça-feira, 21 de julho de 2009

Como o tempo...

Ora bem, cá estou eu em mais um daqueles dias, afinal de contas, nem é nada de novo tendo em conta que se têm tornado cada vez mais frequentes!
Era mesmo daqueles dias de ficar enroladinha no sofá, sem fazer nadinha de nada, apenas a ver todas as séries e mais algumas da tv e a dormitar!
Até acordei cheia de energia, deu-me uma de "fazer de dona de casa", passei a roupa toda a ferro, tratei do almoço, arrumei roupa e a cozinha...e só depois é que me apercebi que o que eu procurei, mesmo que insconscientemente, foi de um refúgio para me manter distraída de alguma coisa que não queria ter que pensar...
E na verdade, apercebo-me que continuo sem querer...

Hoje estou como o tempo...sinto que tenho aqui algures algumas nuvens que estão prestes a rebentar numa qualquer explosão! Continuo é sem perceber o que a origina, continuo é sem perceber porquê que insistem em se manter ali escondinhas prontas a atacar a qualquer momento...Continuo sem perceber porque que se mantêm cinzentas, quando podiam nem sequer existir e porque me fazem ver as coisas de forma desfocada!
Há uma citação que diz que tudo o que acontece, acontece por uma boa razão...Quero acreditar que sim...oh como quero!!!

sábado, 18 de julho de 2009

Fim de semana

Ontem fui até ao bingo. É verdade, confesso que foi a minha primeira vez e que é mesmo verdade o que dizem, custa muito :) E neste caso custou-me o dinheiro que me saiu do bolso e não ter ganho absolutamente nada, rien, nothing, niente...
E o mais estranho vai ser dizer-vos que quem lá estava a participar na minha primeira vez era o Fernando Rocha. É verdade...lá estava o homem a saltar de mesa em mesa, não cheguei a perceber porquê mas parece que também não lhe trouxe grande sorte ao jogo! O mesmo não se pode dizer dos amigos que fizeram várias vezes linha e até o bingo lhes saio (filhos da m.. de sortudos). Assim até eu saia de lá a contar anedotas...
Para além disso tudo, foi engraçado. Tenho a certeza que da próxima vez já não vai custar tanto (literalmente mesmo). :)

Hoje é noitinha de festival...oba oba.
Vamos para lá cedinho (pelo menos é essa a ideia), para aproveitar bem a coisa, petiscar e conviver com os amigos, tirar muitas fotos e curtir muito o som.
Se for como o ano passado, vai valer muito a pena.

Um bom fim de semana para vocês.
Beijos com bons pretextos para todos :)

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Casar ou não casar?!


Há uma coisa que ultimamente me tem metido alguma impressão, talvez por o meu irmão se ir casar este ano, este tema tem vindo a ser mais falado.
Pois bem, porquê que sempre que comento isso com alguém as pessoas me dizem: "Ele que não faça isso..." (!?)
Isto vindo principalmente de quem já é casado é um bocado assustador...
Mas qual é então a grande diferença entre estarem a morar juntos e tomarem a decisão de se casarem?!
A responsabilidade, o compromisso, o respeito não são os mesmos?
A opção de morarem juntos, já por isso, é um grande passo, já é o quererem partilhar uma vida em comum, não percebo qual é o mal de se casarem...
O que é que pode mudar?!
Acho que o principal erro das pessoas hoje em dia é assumirem uma relação pensando à partida no seu fim. Já sei que devemos ser prudentes, mas se assim é, casam-se em Separação de Bens. Pronto, assim caso se divorciem as coisas já são mais simplificadas!!
Para além do mais, sei de casos de casais que se separaram depois de estarem a morar juntos e tiveram imensos problemas com a separação a níveis judiciais e de partilhas, etc., uma verdadeira dor de cabeça.
Há sempre alguém que fica a perder, seja como for!
Alguém me sabe explicar então qual é a grande diferença?! E o porquê deste enorme preconceito em relação ao casamento?!

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Paixões...

Vamos falar de paixões...
- Sou apaixonada por música. A qualquer momento, conforme o estado de espírito, é presença quase que constante. Inspira-me. Hoje lembrei-me de uma que já não ouvia há imenso tempo. Não é muito o meu género, mas lá está, é de momentos. Tem uma sonoridade que considero bastante sensual...Let me love you.

- Sou apaixonada por cinema. Gosto de assistir a um bom filme, que nos faça ficar a pensar na sua história, ou então que simplesmente que nos faça vir ao de cima diferentes emoções (alegria ou tristeza). Gosto especialmente daqueles com história baseada em factos verídicos. Um que adorei, Gladiador (assim como a sua banda sonora). Isto para não falar dos filmes que já faço na minha cabeça :) (só que desses nem sempre gosto). :)

- Sou apaixonada pela condução. É verdade. Gosto mesmo de conduzir. Então com a música bem alta, com muita estrada pela frente, sinto quase como se estivesse bem distante dali. É uma sensação de pura liberdade...

- Sou apaixonada (secretamente) pela dança. Pronto, confesso. Vibro só de ver um conjunto, um par, seja o que for, a dançar perfeitamente qualquer tipo de música. Desde dança clássica ao breakdance, da dança contemporânea à dança de salão...A dança consegue envolver uma série de coisas: ritmo, coordenação, sensualidade, paixão, conjugação de movimentos, prazer, diversão...Quem sabe uma paixão a viver um dia destes...!

- Sou apaixonada por estar apaixonada :) E haverá coisa melhor?! Acho que aqui são escusadas grandes explicações. :) Embora que paixão só por si é passageira, prefiro viver um grande amor, mesmo que venha a sofrer se um dia acabar. Mas a experiência que se vive tem muito maior sentido, dá muito mais prazer, porque se for realmente um grande amor, a paixão está lá, faz parte obrigatoriamente!

- Sou apaixonada por noites de verão. Estando acompanhada ou sozinha, aquelas noites quentes de verão são fantásticas...assim como adoro praia, o mar, o sol...hummm

- Não sei se será bem uma paixão, mas é algo que gosto muito de fazer: cozinhar. Tenho pena de não ter mais tempo para explorar e inventar coisas diferentes. Misturar sabores e cores...há tanto que se pode fazer!

- Resumindo a coisa, sou apaixonada pela vida...gosto de saborear o que esta me vai oferecendo da melhor maneira possível.

Pronto, já falei de algumas das minhas paixões...nada demais acho eu :)

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Dizem...

Dizem que por muito que se tente, há coisas que o olhar não consegue esconder.
Será?!
Já me aconteceu algumas vezes estar a dizer algo e dizerem-me que não é isso que o meu olhar está a dizer...
Confesso que me mete uma certa confusão, até porque habitualmente gostamos que a nossa capa seja inquebrável e que realmente funcione. Há sempre alguma coisa que gostamos de guardar só para nós. Sejam fragilidades, sentimentos, pensamentos...ou então porque simplesmente aquele não é o momento certo para dizer o que quer que seja!
No fundo, nenhum de nós é completamente transparente, fomos educados assim! Vamo-nos dando a conhecer conforme as pessoas que vamos encontrando e a ligação que se cria!
Até porque lidamos com diferentes pessoas durante o dia. Dependendo até do que fazemos, chegamos ao ponto de criar diferentes facetas conforme o local que nos encontramos, como que adaptando-nos às circunstâncias.
Ou será que estou enganada e o olhar consegue ser assim tão transparente?!
Não estou a falar em sermos falsos, não me interpretem mal!
Quando me dizem isso, sei que é com o interesse de realmente me conhecerem, sem qualquer capa, não vejo mal nisso! Fazem-me é sentir nua (calma, não nesse sentido) de alma, de espírito. Sei lá...
Ao longo do tempo, fui conhecendo pessoas com quem me identifiquei rapidamente, mas nem todas elas me conheceram da mesma maneira...nem todas elas foram capazes de me tirarem a tal capa!
E talvez por ser assim, já houve quem dissesse...há qualquer coisa em ti que suscita interesse em conhecer mais (gostava de ainda me lembrar das palavras certas, mas não lembro).
Na altura deixaram-me intrigada...mas gostei :)
E é a isso mesmo que acho piada. Quando as pessoas não se dão logo a conhecer completamente, há determinadas coisas em que o interesse está precisamente em ir descobrindo :)

Mas é apenas a minha opinião...e vale como tal :)

terça-feira, 14 de julho de 2009

Há ou não há?!

Hoje a caminho do trabalho, vinha a ouvir na mega fm um tema que lançaram que eu achei interessante...
Estavam a perguntar se realmente as pesssoas estabelecem ou não um estereótipo de pessoa, aqui falando mais no aspecto físico. Ou seja, imaginemos que há alguém que aprecia homens magros, morenos, de olhos escuros, etc. Essa pessoa apenas aprecia esse tipo de homens? Apenas vai namorar com esse tipo de homens? Ou esse gosto no fundo funciona como um fetiche? Em que há aquele tipo de pessoa que nos agrada, no entanto não intefere com quem andamos, ou deixamos de andar...
Ouve uma senhora que ligou para lá que disse que sim, que havia um estereótipo de homem. No caso dela em particular, o ex-namorado era daqueles com o corpo bem cuidado, que gostava de desporto e facilmente atraía o sexo oposto. O presente namorado é gordinho e não liga ao desporto. Segundo ela, este é que é homem para casar(!)...
Devo dizer que não percebi muito bem este comentário...mas à frente!
Seja ele gordo ou magro, mais bonito ou menos, o que interessa é que esteja realmente connosco. Não nos vamos agora sentir "ameaçadas" só porque ele/a é lindo/a de morrer e sabemos que atrai qualquer um/a. E que tal orgulharmo-nos por isso hem?!

Falando aqui na je, ora bem, acho que não sigo qualquer tipo de estereótipo...Gosto de homens bonitos (quem não gosta), que se gostem de cuidar e arranjar e de preferência que sejam moreninhos, pronto. Também é o mínimo :)
Acima de tudo, tem que ser uma excelente companhia, ser inteligente e ter sentido de humor.
Um olhar bem expressivo consegue tirar-me do sério com muita facilidade...e isso agrada-me :)


Este aqui também me agrada muito por acaso :)

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Coisas...


Há determinadas coisas que confesso ter alguma dificuldade em entender...
Por exemplo, aquela constante mania que as pessoas têm em dizer "tás a fazer dieta..." ou "lá está ela/e a pensar na linha..." quando a preocupação com o nosso corpo, a nossa saúde e o nosso bem estar devem ser constantes. Porquê que há-de sempre tratar-se de uma dieta?!
E até porque, o metabolismo de cada um trabalha de forma diferente. Há pessoas que digerem melhor o que comem que outras, há pessoas que têm tendência para engordar, outras para emagrecer...
Não sou magra, nem é isso que pretendo. O que tento fazer é manter um peso estável e acima de tudo sentir-me bem comigo. Infelizmente não é o que acontece neste momento...Se me sinto bem mais magra, há que trabalhar para isso. De forma devida e com o seu tempo.
Por isso, não venham cá..."ai que tu só provas a comida", e os "não comes nada", porque eu como bem a minha parte e o que é suficiente.
Deixem-se de coisas pah, que todos temos a mesma preocupação :)
E prontus...tenho dito :)

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Energia negativa...




Não resisti em partilhar com vocês este vídeo (made by Nilton)
Está fantástico.
A nossa realidade traduzida em 1 minuto...

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Na idade dos porquês...


Perguntas do dia:

Como saber que o percurso que fazemos é o correcto?
O que é que nos faz seguir este ou aquele caminho numa determinada fase da nossa vida?
O que é que nos faz manter num trajecto em que a estrada está cheia de buracos, cansando-nos o facto de os ter que contornar?
Porque não temos nós a coragem suficiente de simplesmente mudar de estrada?

Alguém me sabe dizer?!

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Oh pah...tem dias

Tenho dias em que me sinto na beira de um penhasco, mesmo lá pertinho de um qualquer abismo.
Não tenho forças para fazer o que quer que seja e o que faço é sem a mínima motivação.
Não me consigo sentir agradecida por nada do que tenho e mesmo quando penso nisso, a ideia que me vem é que não o mereço...
Juro...não percebo!
Sentir que apenas o meu corpo é que se vai movimentando, a minha alma, essa não sei por onde anda...
Era uma chapada (ou antes meia dúzia delas) para mim faxabor, para ver se esta coisa muda de uma vez!

terça-feira, 7 de julho de 2009

Educação...(ou falta dela)


Se há coisa que me consegue tirar facilmente do sério é a falta de educação.
Não é por nada, mas mexe-me com qualquer coisa cá por dentro que faz com que seja incapaz de ficar calada. Tenho sempre, de alguma forma, que mandar a minha "tacadinha"...E para além do mais, acho que é o meu dever fazê-lo.
Neste caso, vou falar nos serviços de atendimento ao público, e posso até contra mim falar, porque também trabalho num, embora só esteja ao balcão, cerca de 1h por dia. No entanto, já trabalhei num café, acho que consigo ter algum voto na matéria.
Se é fácil?! Não, nada. Encontra-se todo o tipo de pessoas, de feitios e personalidades diferentes. Também nós por vezes estamos em dias de menor paciência, mas dai a chegar à falta de educação acho que vai uma grande distância.
O exemplo de hoje...Eu entro às 15h45 e precisava de ir aos Serviços de Recursos Humanos. Acabei de preparar o que tinha a entregar e fui até lá, perguntar pela funcionária que me disseram estar encarregue do que eu precisava.
Resposta de uma das suas colegas "Ai a "fulana tal" já saiu, aqui temos horários de trabalho (e ri-se com sarcasmo) e ela trabalha até na hora do almoço, como tal saiu à horinha"
Resposta minha (já um bocadinho para o passada, mas isto porque já não é a primeira vez que sou mal atendida ali): Suponho que todos tenhamos horários aqui dentro e nem todos estão informados do horário um dos outros, já que isso nem sequer está exposto. Mas agradeço a informação. Tendo em conta que eu entro à hora que ela sai, tentarei chegar mais cedo, porque como é lógico não quero ser eu a culpada da senhora ter que sair fora do seu horário de expediente.
E a conversa ficou por ali...
Mas o mal disto tudo é que:
Em primeiro lugar, julgam-me logo pela minha aparência, porque como sou nova na casa e nova em idade, passo facilmente por aluna, por isso nem se apercebem que estão a atender uma funcionária tal como elas.
Segundo, já fui lá mais que uma vez no horário em que supostamente "a dita senhora" ainda deveria lá estar e nem vê-la.
E em terceiro, o dizerem que ela trabalha mesmo na hora do almoço é grande treta porque ela tem na mesma que almoçar, pode é faze-lo em menos tempo (que não me parece o caso, mas pronto...)
Não consigo perceber porque que pessoas que têm como profissão lidar com público, têm tão pouca sensibilidade no trato com elas. Esquecem-se que estão a dar a cara a uma instituição em nome de todos nós (restantes funcionários) e que a opinião que irão ficar, vai ser de certeza generalizada para além de não ser das melhores.
Há várias formas de se dizerem as coisas, mesmo quando não têm razão e de forma super educada, sem faltar ao respeito a alguém.
Será que se esquecem que também elas precisam todos os dias de ser atendidas por alguém?!

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Segunda-feira...


Isto à segunda-feira para mim não é fácil...
Acordei super constipada, farta de espirrar, a sentir frio e os lábios demasiado secos.
Escusado será dizer que estou aqui com umas olheiras daquelas e sem qualquer disposição para fazer o que quer que seja :(

Para além disso, parece-me a mim que a minha carência está na mó de cima...
Era mesmo daqueles dias de ficar na cama a receber todo o miminho possível e imaginário :)
Até era, mas não é...
'Bou' mas é trabalhar...

sábado, 4 de julho de 2009

É hoje...

É hoje que vou dar em maluca...é que só pode!
Estou a trabalhar, não era o meu sábado mas pediram-me para vir...
A colega que me acompanha é completamente alucinada. Ou mesmo doida varrida.
Já começo a contorcer-me toda com a falta de paciência que me está a consumir...
Já abano o pé, já faço questão de a ignorar e a mulher não me larga e pior ainda não se cala.
Se ainda tivesse uma conversa em condições como uma pessoa normal, mas nem isso. Repete a mesma coisa mil e uma vezes de diferentes maneiras, coisas sem qualquer interesse para ninguém, para além de insistir em ficar no balcão comigo durante toda a manhã...
Calma Elisabete, já só falta uma hora...





PS: Acho que já deu bem para perceber o porquê de me pedirem para vir trabalhar este sábado. Aprende Elisabete, aprende!

sexta-feira, 3 de julho de 2009

E eu que gosto de conduzir...

Há dias em que o pessoal na estrada parece que anda todo doido.
Ou então somos nós que andamos mais impacientes e reparamos em tudo e mais alguma coisa. E logo eu que adoro conduzir...
Mas em primeiro lugar, quero salientar que não são (apenas) as mulheres as azelhas, lamento, mas não concordo. O que acontece é que nós estamos sempre em maioria, há mais mulheres no mundo do que homens. Como tal, é normal que aconteçam maior número de acidentes com as mulheres...É tudo uma questão de números :)
A questão da "azelhice" é geral, depende de pessoa para pessoa, de se adaptarem melhor à condução ou não, de gostarem de conduzir, etc.
Passo a descrever determinados episódios que me acontecem frequentemente e que mexem com o meu sistema nervoso...

Uma coisa que me tira do sério, é aqueles carros que se enfiam praticamente no meio da estrada para lhes cedermos passagem e ainda ficam a olhar para nós...Quer-se dizer, nós já não temos hipótese de passar porque ele nos está a barrar a estrada e mesmo assim não se mexe..."Anda dai homem..."

Quanto se procura estacionamento é normal que se ande mais devagar a ver se há lugar, até que concordo, mas e que tal ir avisando com um pisca que se faz questão de encostar hem?! A mim parece-me bem...

Camiões, autocarros, táxis e outros de porte elevado... Meus amigos, vão-me desculpar, mas convem mentalizar-se que a estrada não é só para vocês. Podem não dar por ela, mas anda por ai mais gente a utilizar a estrada que gostava de o fazer sem ter de se encostar sempre que vocês passam. Não abusem do vosso tamanho e usem a estrada de forma e velocidade devida ok?

Outra coisa, porquê que em sítios "apertados" que se sabe à partida que dois carros não passam um pelo outro, as pessoas insistem em se meter até não dar mais?! Então à beira das praias, com os carros estacionados é que é o verdadeiro caos...E depois é ver nem um, nem outro mexer-se. Coisa linda...

Isso dos carros mal estacionados também é outra, há pessoas que não têm a mínima consciência de como deixam os carros. Para além de se habilitarem a levaram uma valente pancada, impedem o trânsito de circular na sua ordem normal, fazendo às vezes com que se crie uma confusão enorme...E quantas vezes com sítios de estacionamento bem perto, tudo pelo comodismo!!

Hoje foi daqueles dias em que parece que todos se metiam à frente...em algumas situações quase me dava uma coisinha má e me saia o coração fora! Ainda me valeram os reflexos, ao menos isso!