quinta-feira, 31 de julho de 2014

quarta-feira, 30 de julho de 2014

Os nossos pais...


Ao ouvir este vídeo parecia que aqui o Gustavo me anda a ler o pensamento!
Revejo-me tanto no que ele diz, penso nisso tantas vezes...

'Eu digo sempre, e há muito tempo, que os nossos pais não são pessoas para nós amarmos, são pessoas para nós trabalharmos. Claro que se os conseguirmos amar depois desse trabalho, bem... é ouro sobre azul. Mas numa fase inicial são pessoas para nós trabalharmos.' (...)
Por Gustavo Santos

terça-feira, 29 de julho de 2014

Entristece-me...

Hoje fui a um funeral do pai de um amigo. O segundo que vou em cerca de dois meses. Dois pais que morrem a deixar filhos que ainda precisavam deles por perto.
É muito fácil para quem está de fora dizer que a vida continua e muita força, etc., mas não imagino como será a dor...ou melhor, dói só de imaginar... não quero sequer pensar nisso!
O que me entristece nestes momentos é a forma como valorizamos as 'pequenas dores' por que nos doemos à beira da dor destas pessoas e de tantas outras que sofrem vidas inteiras com doenças que ninguém merece ter. 
Entristece-me quando nestes momentos penso que, de alguma forma, não dizemos nem fazemos o que realmente sentimos às pessoas que gostamos e que depois só valorizamos isso quando as perdemos....é um pensamento que me custa e dou por mim a fazê-lo desaparecer antes que me magoe mais. Esse e tantos outros que por momentos me passam pela cabeça e gostava tanto de os eliminar. E tenho que o fazer, porque de alguma forma sinto que essa não sou eu, ou pelo menos não o quero ser.  


segunda-feira, 28 de julho de 2014

É isso


“És a melhor maneira de viver. Podia dizer-te que te quero por tudo o que és. Mas estaria a mentir. Quero-te por tudo o que sou contigo. Quero-te pelo que sou. Porque me sinto, em ti, a pessoa que quero ser. És a minha melhor maneira de viver. Quero-te por egoísmo. É isso. Quero-te por egoísmo. Espero que me queiras pelo mesmo motivo.”


in "Prometo falhar", de Pedro Chagas Freitas

sexta-feira, 25 de julho de 2014

Sou uma perturbada!!!


Na verdade, nem acho que precise da 'ajuda' de ninguém para me perturbar, tem dias em que faço a festa toda sozinha! Sim, eu tenho noção disso (não deve ser grande sinal ter essa noção e não conseguir fazer nada para alterar...)!

quinta-feira, 24 de julho de 2014

Borboletas na cabeça...

 

'Hoje tenho borboletas na cabeça. Decidiram ausentar-se da minha barriga e vir provocar confusão nas minhas ideias. Decidiram vir brincar com elas. Colocá-las à prova. Testar os meus limites. Baralhar as minhas certezas e provocar a minha insanidade.
Hoje tenho borboletas nas ideias. Deslocaram-se e ganharam vida própria. Tomaram de assalto os meus pensamentos.
Borboletas nas ideias. Sentimento estranho.'

Por Rita Leston

terça-feira, 22 de julho de 2014

Sou como a natureza...

'Sou uma tempestade que desaba imprevisivelmente. Sou um furacão que tudo leva na frente. Um terramoto que consegue abanar o mais estável dos pilares. Um tufão que desarruma. Um vendaval que assusta. Uma trovoada que intimida.
Mas também sou um redemoinho de emoções. Um dilúvio de lágrimas ou uma inundação de risos. Sou um glaciar de indiferença ou um vulcão de paixão. Um nascer do sol enérgico e um ocaso descansado. Uma aurora boreal, se para mim tiverem paciência e audácia, ou um incêndio que devasta o que não agrada.
Sou como a natureza: imprevisível para quem me desconhece. Mas facilmente controlável para quem se dá ao trabalho de me desvendar.'


Por Rita Leston em Gosto de ti, e então?

sábado, 19 de julho de 2014

A culpa é das estrelas




Não li o livro antes de ver o filme, mas gostava de o ter feito. 
Quanto ao filme... é triste, desolador mesmo, mas ao mesmo tempo muito intenso e muito real e com um sentido de humor que lhe dá aquele toque brilhante.
Faz-nos pensar no que realmente significa a vida, faz-nos pensar na (falsa) percepção do que é perfeição... Na verdade, faz-nos pensar em muita coisa! Recomendo!

'Você me deu uma eternidade dentro dos nossos dias numerados e sou muito grata por isso.'

quinta-feira, 17 de julho de 2014

Eu ia escrever...



...mas depois vi este texto e adequa-se na perfeição!

'Hoje apetecia-me fazer reset. Começar tudo de novo. Apagar memórias antigas e ir instalando novas dia a dia. Recomeçar uma história nova, contornando erros. Arranjar formas de solucionar problemas.

Hoje, apetecia-me um reset. Fazer de novo e não ver algo a desmoronar-se. Tentar uma vez mais e percorrer o caminho certo. Por uma vez acertar na resposta certa.

É. Apetecia-me. Trocar as voltas aos dias. Pregar uma rasteira ao tempo. Apetecia-me...'

Por Rita Leston, em Gosto de ti, e então?


L'amour l'amour...



terça-feira, 15 de julho de 2014

Casar por Amor


"Quando eu pensava que não podia ser mais feliz, manhã após manhã era mais, mas só um bocadinho mais do que o máximo humanamente possível; pensava eu ser absolutamente impossível que eu fosse, de repente, muito mais feliz, do que a própria felicidade até. Mas, de repente, fui. Muito mais. Casei com o meu amor e o meu amor tornou-se a minha mulher, minha em tudo, para tudo, para sempre. E eu, finalmente, consegui divorciar-me de mim e deixar de ser tão triste e aborrecidamente meu, trocando-me, no melhor negócio do século, por ela. Ela ficou minha. Eu fiquei dela. É ou não é estranho e lindo e bem pensado por Deus Nosso Senhor que ambos pensemos que nos livrámos de boa e ficámos a ganhar? É.

É sim. A minha mulher é mais minha do que eu alguma vez fui meu — e eu antes não podia ter sido mais para mim, felizmente. Por ter tudo agora para lhe dar. Que alívio. Nunca mais me quero ver na vida. 
A não ser aos olhos dela, onde sou muito bem visto — talvez o maior homem que já viveu, logo a seguir ao pai dela, claro. É um milagre como melhorei tanto. E paradoxalmente sem deixar de ser eu por causa disso. Ou mesmo que deixasse, com tal amor não tinha saudades nenhumas. 

Sou em termos estritamente matemáticos, amorosos e integrais, tanto mais dela como o todo absoluto que ela é e me deu. 
Afinal o casamento é a maior ajuda que se pode receber. Passa-se a pertencer. E, em troca, passa-se a possuir. A pertencer e a possuir mesmo. Fica-se, por troca, sossegadamente apropriado e violentamente proprietário. 
Não me venham com modernismos de meia-tijela, liberalices sem fundamento humano, tretas de quem não ama, de quem não aspira ser de outro, amado, que nos ama. Casar é trocar. Casar é trocar a liberdade podre, que é a de cada um, pela posse rica, que é a de quem se quer. E casando se passa a ter, absolutamente, por vontade de quem se dá e de quem recebe. 

Casando por amor prescinde-se do nosso pior inimigo (nós próprios), entregando-o a quem sabe e gosta de aproveitá-lo, abusá-lo, tirar o maior prazer dele. E recebe-se quem mais queremos, para dela fazermos o que queremos, que é tudo." 

Miguel Esteves Cardoso, in 'Explicações de Português'

Retirado daqui

Why should you care what they think of you?


Try

Put your makeup on
Get your nails done, grow your hair
Run the extra mile
Keep it slim, so they like you
Do they like you?

Get your sexy on
Don't be shy, girl, take it off
This is what you want
To belong, so they like you
Do you like you?

You don't have to try so hard
You don't have to give it all away
You just have to get up, get up, get up, get up

You don't have to change a single thing

You don't have to try, try, try, try
You don't have to try, try, try, try
You don't have to try, try, try, try
You don't have to try
You don't have to try
Get your shopping on
At the mall, max your credit cards
You don't have to choose
Buy it all, so they like you
Do they like you?

Wait a second
Why should you care what they think of you?
When you're all alone
By yourself, do you like you?
Do you like you?

You don't have to try so hard
You don't have to give it all away
You just have to get up, get up, get up, get up
You don't have to change a single thing

You don't have to try so hard
You don't have to bend until you break
You just have to get up, get up, get up, get up
You don't have to change a single thing

You don't have to try, try, try, try
You don't have to try, try, try, try
You don't have to try
You don't have to try

You don't have to try, try, try, try
You don't have to try, try, try, try
You don't have to try, try, try, try
You don't have to try
You don't have to try

You don't have to try so hard
You don't have to give it all away
You just have to get up, get up, get up, get up
You don't have to change a single thing

You don't have to try, try, try, try
You don't have to try, try, try, try
You don't have to try, try, try, try
You don't have to try

Take your makeup off
Let your hair down, take a breath
Look into the mirror at yourself
Don't you like you?
'Cause I like you

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Success


O sucesso só é alcançado com muito esforço, sempre ouvi dizer!
É focar no insistir e no tentar SEMPRE e esquecer as palavras 'desistir' e fracasso!
Parece-me que se trata mais de uma questão de fé e de força de vontade.
Duas coisas que me parecem não existir em todas as pessoas, mas se calhar até estou errada e todos temos um pouco disso, muitos poderão é não saber lidar com eles. E eu serei uma delas...

sexta-feira, 11 de julho de 2014

Era só isto hoje!

Era só isto hoje!
Fugir daqui e ir para um sítio longínquo e ficar só.
Há dias em que nada faz sentido e me sinto como que a observar-me, como se não fosse eu a viver a minha vida, mas outra pessoa qualquer. Chega ao cúmulo de até a imagem que reflito ao espelho me parecer alguém estranho e distante... Coisa estranha mesmo...
Tenho a ligeira impressão que os caminhos que fui escolhendo não me definem realmente como sou e só o facto de ter essa noção faz-me sentir ainda mais parva!

quinta-feira, 10 de julho de 2014

The true inventor of selfies...

Eu bem digo que já são bem, bem antigas... ;)

A princesinha #1

Já nem dois meses faltam para a minha pequena vir cá para fora. Confesso que já me começa a dar aquela curiosidade típica de a ver (já) cá fora, de ver a carinha dela e tudo o resto! Se eu digo isto, imagino o que dirá a minha cunhada!
E com isto a princesinha já mede 40 cm e pesa cerca de 2kg...está a ficar uma mulher! :)


segunda-feira, 7 de julho de 2014

Amor, estúpido e louco


Para mim uma das melhores comédias românticas!
E o Ryan Gosling neste filme parece realmente desenhado a photoshop...

Ajuda para criar um novo negócio


O que é um microcrédito ANDC?

O microcrédito é um pequeno empréstimo destinado a apoiar pessoas que, não tendo acesso ao crédito bancário normal, têm uma boa ideia de negócio que pretendem concretizar e para a qual reúnem condições e capacidades pessoais.
O microcrédito
  • Fomenta o empreendedorismo e a autonomia individual
  • Permite a inserção social através da iniciativa económica
  • Baseia-se na confiança e na responsabilidade.
E destina-se a
  • Desempregados
  • Jovens à procura do 1º emprego
  • Trabalhadores em regime precário
Desde que tenham
  • Uma boa ideia
  • Necessidade de um pequeno financiamento
O microcrédito é, por isso mesmo, mais do que um pequeno crédito que respeita alguns pressupostos:
  • Os seus destinatários: os mais desfavorecidos que não têm acesso ao crédito bancário normal e desejam realizar um pequeno investimento, com vista à criação de um negócio que lhes permita criar o seu próprio emprego;
  • A iniciativa de investimento tem virtualidades para se poder vir a transformar numa atividade sustentável capaz de gerar um excedente de rendimento e, além disso, o reembolso do capital emprestado;
  • O crédito de confiança depositado nos empreendedores e nas suas capacidades, por parte de quem trabalha na ANDC, ou de quem com ela estabelece parcerias, tem de ser ilimitado. 
    O processo do microcrédito não consiste apenas na atribuição do crédito; os candidatos têm a garantia de apoio na preparação do dossier de investimento, sem qualquer custo para o próprio e, após o financiamento, na resolução dos problemas com que se possam confrontar no desenvolvimento do negócio.

A ANDC pode ajudar-me?

São múltiplas as dimensões do apoio da ANDC aos candidatos ao microcrédito e àqueles que já criaram o seu negócio e procuram desenvolvê-lo. Os aspetos mais relevantes desse apoio são:
  • Ajuda na construção do plano de negócio e processo de financiamento, assim como esclarecimento de questões relacionadas com as exigências administrativas, ou outras referentes à abertura da empresa;
  • Acompanhamento do microempresário durante o desenvolvimento do negócio esclarecendo-o, nomeadamente, sobre questões técnicas que necessitem de ser ultrapassadas para que o negócio possa continuar a crescer.
O apoio da ANDC não se limita aos aspetos técnicos do desenvolvimento do negócio. Em muitos casos pode estender-se a outros aspetos da vida do microempresário, que condicionam a sustentabilidade do negócio.
Importa esclarecer que todos os apoios prestados pela ANDC são gratuitos, de forma totalmente graciosa.

O que devo fazer?

Contactar a Associação Nacional de Direito ao Crédito através dos telefones: 213 156 200 ou 808 202 922 (este último a custo de chamada local).
Horário de atendimento (dias úteis): 9h30 - 17h
Praça José Fontana, 4 – 5.º
1050-129 LISBOA

Se tiver oportunidade, preencha a ficha de candidatura e submeta-a a apreciação da ANDC. Após a ficha ter sido rececionada pela ANDC, alguém entrará em contato consigo.
Inscreva-se agora!


Ver mais informações aqui