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A mostrar mensagens com a etiqueta Histórias de vida

História verídica

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Algures numa loja de jogos: - Amigo queria trocar este jogo por outro, porque comprei, experimentei e é uma bela porcaria. - Amigo não lhe posso trocar por outro porque já o abriu. O máximo que posso fazer é trocar por um igual alegadamente por este se encontrar estragado e não funcionar na sua consola. - Está bem. Pode ser! Vai buscar o outro... - Este já está selado, pode trocar-me por outro diferente? - errr... posso. E trouxe outro jogo. Retirado da internet (pelo que dizem a história é verídica e eu não consegui passar sem partilhar).

CARTA DE UMA AMIGA ÍNTIMA

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“Tenho 30 anos, sou advogada, entre outras profissões, bem-sucedida, bonita, dizem, casa própria, carro, não tenho de fazer grandes contas para uma vida razoável, uma mulher nascida e criada num ambiente familiar privilegiado, com estudos, com vida, com amigos, com recursos, e um convite para uma exposição de escultura. Vou e encontro pessoas distantes do mundo ideológico que abracei, ouço, como tantas vezes, o conselho: – tens de sair um pouco dos teus ambientes, são perigosos. Tenho um primo muito bonito, gosta de pintar, é artista, olha que coisa de esquerda, a este vais dar uma oportunidade. Rio-me do disparate e conheço o tal do primo, bonito, alto, corpulento, conversador. Tinha o encanto do humor. Fomos jantar duas vezes. Gostei dos lugares. Gostei da conversa. Gostei de recantos. Ao terceiro jantar, tive uma indisposição e o primo, encantador, ofereceu-se para me levar a casa, a pé, apanhando ar pelo caminho. Chegados a casa, o primo pousa-me na cama e dá-me ...

Aproveite o dia. Esqueça o resto.

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Brittany Maynard tem 29 anos e um cancro terminal no cérebro. E por isso planeou tudo para terminar a sua vida no dia 1 de Novembro – e passar o que resta dos seus dias numa campanha ao direito de “morrer com dignidade”. “O meu glioblastoma vai matar-me e está fora do meu controlo. Poder escolher a maneira de morrer com dignidade é menos terrível” A norte-americana viu ser-lhe diagnosticado um tumor em Janeiro. Depois de um prognóstico inicial que lhe dizia que podia sobreviver entre três e dez anos, foi-lhe dito mais tarde que teria apenas seis meses de vida. Depois das devastadoras notícias, Brittany e a família mudaram-se da Califórnia (onde a eutanásia é proibida) para Oregon (onde é permitida desde 1997, tornando-se o primeiro estado americano a permitir o suicídio assistido em doentes terminais). Nos seus últimos dias de vida, viajou com o marido e amigos e criou a The Brittany Maynard Fund, uma organização que tem como objectivo receber fundos e lutar para que a eutanás...