segunda-feira, 29 de junho de 2015

Mundo moderno...

"É facto que a tecnologia trouxe muitas mudanças em nosso cotidiano e é bom reforçar sempre que isso é muito bom! Tanto profissional quanto pessoalmente, podemos nos beneficiar muito de tudo o que essas mudanças nos proporcionam.
O que essa série de ilustrações busca discutir, porém, é o quanto essas mudanças podem fazer com que nosso comportamento pareça um tanto “bizarro” sem que ao menos tomemos consciência disso.
As imagens são de autoria do ilustrador francês Jean Jullien em parceria com dois outros ilustradores, criadores da página News of the Times (em tradução livre: Notícias dos Tempos)."

Confira abaixo algumas destas ilustrações:

1 – #Instafood
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2 – Saindo com os amigos
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3 – Calados pelo Wi-fi

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4 –  Linha do tempo

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5 – Amor próprio em excesso 
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6 – Curtindo um showzinho

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7 – Momento a dois…
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8 – Mamães multitarefas
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9 – “Você, eu e meus seguidores”
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10 – Infinitas notificações (quanto mais, melhor)
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11 – Nunca sozinho
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12 – “Preciso registrar isso!”
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13 – … 
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14 – Uma inocente selfie 
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15 – “País do futebol” 
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16 – Dando uma forcinha ao Papai Noel
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17 – Jantar romântico
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18 – Admirando a paisagem
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Referência: Tudo Interessante

sexta-feira, 26 de junho de 2015

Sou desta geração...

...que nem se permite sonhar!

Eu nem me atrevo a referir que vivo: sobrevivo, à custa dos sacrifícios dos meus pais, aqueles que em tempos choraram de orgulho quando conquistei o maldito canudo!

Eu faço parte de uma curiosa geração. Com 25 anos, cresci com a lengalenga de que um curso era uma garantia de sucesso. Mas esta geração foi enganada. O canudo não é garantia, quanto muito, é um investimento a longo-prazo que, quem sabe, um dia venha a gerar lucro. Iludida, esta geração partiu aos 18 anos de malas feitas para a universidade, numa heroica busca por um futuro promissor. Mas, no meu caso e em tantos outros (atrevo-me a dizer milhares), o tiro saiu pela culatra.

O curso foi concluído com esforço, investimento (a todos os níveis) e média de 18 valores — com direito a lágrimas de orgulho na defesa da tese de mestrado. E depois do pico de felicidade, veio a realidade… O regresso a casa, com as mesmas malas, que carregadas de sonhos heróicos partiram, mas que voltavam com receios, dúvidas e dificuldades antecipadas.

As malas estavam certas! Os dias passavam, os currículos eram impressos, entregues e, com muita certeza, ignorados a velocidades vertiginosas. “Muda o currículo”, “oculta o teu mestrado”, “tens de aceitar que isto está difícil e terás de te sujeitar a qualquer coisa”, diziam as vozes sábias que me rodeavam, e que a cada palavra “queimavam” os meus sonhos, transformando-os em meras cinzas.

A sugestão de mudar o currículo é compreensível, temos de inovar e atualizar as nossas competências — embora isso exija, grande parte das vezes, um investimento insustentável para quem nada tem. Agora, ocultar a minha formação, como se fosse motivo de vergonha? Algo para o qual dediquei praticamente toda a minha vida? Sim, porque 17 anos de estudo em 25 de idade é algo substancial. E, depois, aquele argumento de que nos temos de “sujeitar” a qualquer coisa é quase referir o termo “escravatura” sem o mencionar.

E esta tem sido a minha vida, o envio de currículos, intercalado com algumas entrevistas, nas quais os entrevistadores pouco estão interessados no que temos para dizer e, claro, (a cereja no topo do bolo de lamentações) as formações do IEFP — aquelas formações para as quais somos “convidados”, com a certeza de que a nossa inscrição é cancelada por 90 dias se as rejeitarmos. A parte boa é que que nestas formações tenho a oportunidade de conhecer pessoas fantásticas, extremamente competentes, que passam pelo mesmo que eu: são desperdiçadas. Estas formações têm muito que se lhe diga… Colocam 30 pessoas numa sala, nem sempre com as melhores condições, e fazem com que estas desapareçam das estatísticas de desemprego. Sim, porque agora somos formandos — estatuto de luxo, considerando que ganhamos 1.13 euros por hora de formação.

Todo este frenesim, que é a minha vida de desempregada diplomada, termina na mesa de refeição. Aquele momento em que me sento, vejo o ar de cansaço na cara dos meus pais (aquele ar de quem tem de contar os cêntimos para sobreviver) e percebo que continuo a depender deles para comer um simples pão.

E no desenrolar deste “simples” pensamento, percebo que nem sequer me atrevo a pensar em vir a ter a minha própria casa, o meu próprio carro (ou outro veículo com rodas), ou a comprar a minha própria comida. E é esta geração, que agora ainda é apelidada de “jovens adultos” que um dia será o núcleo da nossa população ativa. Uma geração que nem se permite a sonhar, porque os sonhos custam muito… Custam o preço da desilusão, a nossa e a de quem nos ama. E como o “sonho comanda a vida”, eu nem me atrevo a referir que vivo: sobrevivo, à custa dos sacrifícios dos meus pais, aqueles que em tempos choraram de orgulho quando conquistei o maldito canudo!

Retirado daqui

terça-feira, 23 de junho de 2015

Como ser feliz para sempre...

...segundo Harvard

Aceitar o que a vida traz, ser ativo e muito paciente. Esta é a chave para a felicidade plena. Pelo menos segundo a prestigiada Universidade.

Ser feliz é um objetivo comum a todos os seres humanos. Alcançar a felicidade é que não era para todos. Mas a prestigiada Universidade de Harvard conseguiu elencar seis segredos para passar o resto da vida feliz.
Através da Psicologia Positiva, o especialista Tal Ben-Shahar diz que podemos aprender a alcançar a felicidade plena num livro chamado “Being Happy”. E tudo o que temos de fazer é aceitar a vida como ela é: quanto menos expectativas tivermos, menor serão as ilusões. E as desilusões.
Celebre (também) o fracasso
É muito simples de entender: a vida é feita de momentos bons e outros maus. Se não queremos perder os bons, então também não podemos evitar os maus. Há que aceitar a forma como a vida se desenrola: aproveitar ao máximo as coisas boas e atravessar com paciência as más pois depressa elas farão parte do passado.
Esta é uma regra que não foge muito ao conselho que o macaco Rafiki dá a Simba quando o rei se sente desamparado, sem o apoio do pai. Quando o sábio animal bate na cabeça do leão, Simba pergunta o motivo daquele comportamento. E o macaco responde: “Não interessa, está no passado”. E apesar de poder doer “podes fugir dele… ou aprender com ele”.

Há mais de Psicologia Positiva no Rei Leão do que podemos julgar à primeira vista. Como a máxima de todo o filme de animação: Aproveita o que a vida dá. Ou, Hakuna Matata!
Olhe que nada é dado
Às vezes realizamos sonhos, outras vezes apenas devemos celebrar o facto de continuarmos vivos. Mas todos esses eventos contribuem para o modo como evoluímos. “Temos de perder essa mania de achar que as coisas vêm dadas”, diz o psicólogo ao El País.
Faça desporto
Não é preciso estar ao nível de um atleta de alta competição. Basta mexer o corpo para se sentir mais desperto e ativo. E há um motivo químico que justifica este fenómeno: quando praticamos desporto, o cérebro produz mais endorfina, que fica na circulação e nos oferece uma sensação de bem-estar generalizado. Essa hormona confere-nos prazer e alivia a dor. E bastam trinta minutos de um passeio a passo rápido para se ser mais feliz.
Simplifique
Vamos lá separar o trigo do joio, que é como quem diz o essencial do supérfluo. Para quê perder tempo – e paciência – com o acessório quando nos podemos concentrar no que realmente interessa? Tal Ben-Shahar é muito claro quanto a esta questão: “Quem muito abraça, pouco aperta”. De nada serve atrapalhar a sua vida com incontáveis tarefas? Concentre-se no que é importante. Simplifique.
Aprenda a meditar
Tudo passa por encaminhar os seus pensamentos para o lado positivo da vida. Não se engane: a capacidade de compreender o que nos vai na mente não chega para nos garantir o sucesso. Mas ao menos mergulhamos na paz interior, o que ajuda a ultrapassar melhor os momentos de crise.
Seja resiliente
O que determina o nível de felicidade que vivemos aquilo em que ancoramos a responsabilidade pelo nosso êxito ou fracasso, um ponto a que os cientistas chamam de locus de controlo. A diferença entre o otimismo e o pessimismo é fácil de adivinhar: as pessoas otimistas atribuem os eventos positivos a si mesmos e os maus às outras pessoas. Os pessimistas fazem precisamente o contrário.
Nem uma situação nem outra contribuem para a aprendizagem com a experiência. Isso exige resiliência. No mundo das ciências exatas, a resiliência é a capacidade que os corpos têm de retomar à forma original após serem submetidos a uma força. Na psicologia, a resiliência exprime a capacidade que as pessoas têm de atravessar situações adversas mantendo a saúde mental.
Fonte: Observador.pt

quinta-feira, 11 de junho de 2015

Send me...


Mandem-me mas com tudo pago, senão fico deprimida na mesma! :) 
Sim sim?! Please....

segunda-feira, 8 de junho de 2015

29 sobre o casamento

Foram inquiridos 29 recém casados da BuzzFeed Community para partilhar o que tinham aprendido com o casamento. Aqui estão algumas das (sábias) respostas...

29 Things Recently Married Couples Have Learned About Marriage
Walt Disney Studios Motion Pictures / Via giphy.com

1. “Your marriage is NOT your parents’ — for better or for worse — so don’t act a certain way just because your parents ‘did/didn’t do that.’”

Submitted by Courtney Love Foster, Facebook

2. “Always show appreciation, even for small things. It could very well make your significant other’s day.”

Submitted by Emma Clemenson, Facebook

3. “Find hobbies you both enjoy, but don’t give up on the ones you like. ‘Me time’ is super important.”

Submitted by Kimberly Turner Jensen, Facebook
4.

“Marriage has really made me appreciate the friendship that my husband and I have. Once the honeymoon is over, reality sinks in and you realize that this is your life. Just you and him (or her) taking on the world together forever. And if you can’t share the journey with your best friend, then you’ve got nothing.”

Submitted by Allison Phillips, Facebook

5. “When you fight, ask yourself: ‘Is this the hill I want to die on?’ If not, you gotta come back down to Earth and work it out.”

Submitted by Lauren Alessandra Miller
6.

“Don’t listen to people that tell you to never go to bed angry. Go to bed mad as fuck. No one is a reasonable, fair-fighter when they’re exhausted. Don’t force a resolution.”

Submitted by Rachel Hanan-Mercury, Facebook
29 Things Recently Married Couples Have Learned About Marriage
Showtime / Via giphy.com

7. “Remember to laugh off the little things and take on the big things together.”

Submitted by Patty Van Laar, Facebook

8. “It’s never going to make things better to attack one another during an argument.”

Submitted by Car Sue Woodrow, Facebook

9. “Don’t hold your feelings in for too long. When you figure out a good way (and an appropriate time) to express yourself, tell your spouse what you’re feeling and thinking.”

Submitted by betsyblair

10. “Fighting happens. It’s OK.”

Submitted by Chelsea DeBall, Facebook

11. “You will learn a lot from arguments — about yourself and about your spouse — and how you handle them should always strengthen your bond, not weaken it.”

Submitted by ellenp40775d215
12.

“Keep an open mind at all times because there may be something about your significant other that you didn’t know, or something may have changed, or the situation may be new and different. The work and the learning never stops and I think that’s what makes marriage exciting and fun!”

Submitted by ChelseaPearce
29 Things Recently Married Couples Have Learned About Marriage
Disney–ABC Domestic Television / Via rooneymara.tumblr.com
13.

“Even though marriage comes with the concept of two becoming one, it’s vitally important to remember that you both are individuals with your own voices, opinions, and needs. Expressing those needs and making sure your voice is being heard by the other is crucial to making hard decisions and compromises.”

Submitted by Emily Osborn, Facebook
14.

“Marriage is simultaneously everything and nothing like you thought it would be. All of those wonderful things that you anticipate are very real, but so are the not so wonderful things that you never anticipated. Don’t get too worked up over the expectations of having a ‘perfect’ spouse, because no one is perfect.”

Submitted by Jenny Kindschy, Facebook

15. “You may gain some extra weight with all of the ‘happiness.’”

Submitted by Alli Schmidt, Facebook

16. “Your relationship with your spouse won’t change very much, but your relationship with your single friends will!”

Submitted by Cassandra Flynn, Facebook

17. “One of you has to be OK with killing spiders.”

Submitted by Aut0

18. “I think I’ve learned so much about not holding men accountable to the standards I have seen in movies or from pop culture. Men are individuals, too, and they are allowed to have emotions, bad days, body issues, etc.”

Submitted by Abigail Hanson, Facebook
29 Things Recently Married Couples Have Learned About Marriage
Logan Rhoades / BuzzFeed / Via Universal Pictures

19. “Sometimes it’s like having an annoying roommate and every little thing bugs you. But sometimes it’s like having a constant sleepover with your best friend.”

Submitted by emphil

20. “Though my spouse has always been deserving of my love and respect, my appreciation and admiration for him seem to come more naturally. It’s become so clear that we really are in this together.”

Submitted by Clare Bogle, Facebook

21. “Sometimes life gets hectic and you end up doing different things, but be sure to have time together in whatever way you guys choose.”

Submitted by stressmonster

22. “It’s really important to keep up the little things we did for each other before we were married.”

Submitted by jenniferj32

23. “I’ve learned that showing your love to your significant other is important, as it increases the feeling of love and closeness.”

Submitted by EeriL

24. “Never forget to tell your spouse you love them every day, even if you’re mad.”


Submitted by laurenm485bd1da0
29 Things Recently Married Couples Have Learned About Marriage
Warner Bros. Television / Via giphy.com

25. “Work together as a team. It doesn’t matter what happens as long as you work together as a team.”

Submitted by kayladanieler

26. “Your spouse is your teammate, your coach, your lover, your comedian, your counselor, and your best and truest friend.”

Submitted by Courtney Nicole Briley, Facebook

27. “Slow down and enjoy what you have at the moment. Let things come naturally, and be content with what you already have: each other.”

Submitted by mayanac

28. “Every marriage is different. Don’t compare your marriage to other couples who may appear to have it sorted/better/easy.”

Submitted by prairiehunter

29. “It’s important to take all advice with a grain of salt. Only you know yourself and your relationship.”

Submitted by Natalie Zollinger Platt, Facebook
Retirado daqui 

segunda-feira, 1 de junho de 2015

Love...


Em Dia Mundial da Criança dou comigo a pensar em Amor e nesse sentimento que é cada vez mais raro e confundível. As pessoas confundem paixão com amor, amizade com amor, ou simplesmente não sabem amar o próximo, apenas a elas próprias.
E é triste...caramba como eu gostava de voltar a ser criança, sem grande preocupações a não ser a de ter amigos e arrumar os brinquedos. Em que tudo era novidade, em que tudo era sincero, fosse o bom ou o mau. 
E na verdade, o que tenho realmente medo é que a criança que tenho em mim cada vez mais esteja a desaparecer...e que eu não a consiga recuperar! Será bem mais difícil sem o olhar, a inocência e a esperança dela.

Mudanças são precisas



"Nada acontecia", ela se queixava. "Nada nunca acontece", repetia a si mesma. Pensou nessas palavras que invadiam sua mente com certa violência.
Foi aí que se deu conta que ela também nunca fazia nada e que não se pode esperar atitudes melhores do outro, se ela mesma, não agia, nunca.
Depois desse pensamento infiltrar-se e fazer morada em sua mente, ainda que lentamente, algo começara a mudar.
Para sua integridade mental e para o bem de seu coração, algo estava prestes a mudar, definitivamente"

{Simony Thomazini}

À noite...


"à noite
fantasmas das coisas não ditas
sombras das coisas não feitas
vêm
pé ante pé
mexer em seus sonhos."

Paulo Leminski