Como ser feliz para sempre...

...segundo Harvard

Aceitar o que a vida traz, ser ativo e muito paciente. Esta é a chave para a felicidade plena. Pelo menos segundo a prestigiada Universidade.

Ser feliz é um objetivo comum a todos os seres humanos. Alcançar a felicidade é que não era para todos. Mas a prestigiada Universidade de Harvard conseguiu elencar seis segredos para passar o resto da vida feliz.
Através da Psicologia Positiva, o especialista Tal Ben-Shahar diz que podemos aprender a alcançar a felicidade plena num livro chamado “Being Happy”. E tudo o que temos de fazer é aceitar a vida como ela é: quanto menos expectativas tivermos, menor serão as ilusões. E as desilusões.
Celebre (também) o fracasso
É muito simples de entender: a vida é feita de momentos bons e outros maus. Se não queremos perder os bons, então também não podemos evitar os maus. Há que aceitar a forma como a vida se desenrola: aproveitar ao máximo as coisas boas e atravessar com paciência as más pois depressa elas farão parte do passado.
Esta é uma regra que não foge muito ao conselho que o macaco Rafiki dá a Simba quando o rei se sente desamparado, sem o apoio do pai. Quando o sábio animal bate na cabeça do leão, Simba pergunta o motivo daquele comportamento. E o macaco responde: “Não interessa, está no passado”. E apesar de poder doer “podes fugir dele… ou aprender com ele”.

Há mais de Psicologia Positiva no Rei Leão do que podemos julgar à primeira vista. Como a máxima de todo o filme de animação: Aproveita o que a vida dá. Ou, Hakuna Matata!
Olhe que nada é dado
Às vezes realizamos sonhos, outras vezes apenas devemos celebrar o facto de continuarmos vivos. Mas todos esses eventos contribuem para o modo como evoluímos. “Temos de perder essa mania de achar que as coisas vêm dadas”, diz o psicólogo ao El País.
Faça desporto
Não é preciso estar ao nível de um atleta de alta competição. Basta mexer o corpo para se sentir mais desperto e ativo. E há um motivo químico que justifica este fenómeno: quando praticamos desporto, o cérebro produz mais endorfina, que fica na circulação e nos oferece uma sensação de bem-estar generalizado. Essa hormona confere-nos prazer e alivia a dor. E bastam trinta minutos de um passeio a passo rápido para se ser mais feliz.
Simplifique
Vamos lá separar o trigo do joio, que é como quem diz o essencial do supérfluo. Para quê perder tempo – e paciência – com o acessório quando nos podemos concentrar no que realmente interessa? Tal Ben-Shahar é muito claro quanto a esta questão: “Quem muito abraça, pouco aperta”. De nada serve atrapalhar a sua vida com incontáveis tarefas? Concentre-se no que é importante. Simplifique.
Aprenda a meditar
Tudo passa por encaminhar os seus pensamentos para o lado positivo da vida. Não se engane: a capacidade de compreender o que nos vai na mente não chega para nos garantir o sucesso. Mas ao menos mergulhamos na paz interior, o que ajuda a ultrapassar melhor os momentos de crise.
Seja resiliente
O que determina o nível de felicidade que vivemos aquilo em que ancoramos a responsabilidade pelo nosso êxito ou fracasso, um ponto a que os cientistas chamam de locus de controlo. A diferença entre o otimismo e o pessimismo é fácil de adivinhar: as pessoas otimistas atribuem os eventos positivos a si mesmos e os maus às outras pessoas. Os pessimistas fazem precisamente o contrário.
Nem uma situação nem outra contribuem para a aprendizagem com a experiência. Isso exige resiliência. No mundo das ciências exatas, a resiliência é a capacidade que os corpos têm de retomar à forma original após serem submetidos a uma força. Na psicologia, a resiliência exprime a capacidade que as pessoas têm de atravessar situações adversas mantendo a saúde mental.
Fonte: Observador.pt

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