sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Parabéns a mim!

Hoje é o meu dia de aniversário! E como em tantos outros, sou assaltada por um turbilhão de diferentes sentimentos e emoções, originados talvez pelas recordações que neste dia me ocorrem mais fluentemente! 
É um misto de doce-amargo, alegria com tristeza! 
Mas se parar um pouco e se olhar em meu redor, sei que no fundo esse sentimento surge como que uma sensação de agradecimento por tudo o que tenho, que fui conquistando ou que simplesmente encontrei no caminho. Momentos e pessoas que me fazem perceber que tenho quem realmente goste e se interesse  verdadeiramente por mim e isso é sem dúvida o que de mais valioso temos!
E por muitos momentos de dúvida e mesmo de tristeza que tenhamos, é provavelmente que seja nestes segundos, no decorrer destes pensamentos, que somos felizes...


“As pessoas podem não entender o significado de muitas palavras, mas sabem registar um gesto de amor.”

autor desconhecido

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Sensações...

Sabem aquela vontade que nos dá de vez em quando, de deixar tudo para trás, arriscar tudo e começar de novo?! Sabem qual é a sensação?! Está em mim há alguns dias... Quem a quer?!

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

De passo em passo...

Conto dar um grande passo em frente na minha vida em breve. 
Já começo a tratar do assunto e cada vez me dá mais vontade. Sei que não será fácil, mas não é isso mesmo que nos torna mais fortes?

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Altos e baixos

Sinto-me frequentemente aos altos e baixos sem explicação aparente! Tanto estou bem disposta, a falar e a rir, perfeitamente normal, como de repente fico apática, distante!
Não faço ideia o que provoca esta mudança e só dou por ela alguns instantes depois de acontecer!
Se estiver muito tempo parada, sozinha, tenho mil e um pensamentos a controlar-me a mente e geralmente pouco agradáveis! Por exemplo, ir para a cama sem sono para mim neste momento é impensável!
Sinto-me numa batalha contra a minha mente! Estranho não?!

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Sol, férias, calor, tão bons amigos que são...

"Mesmo que as pessoas mudem e suas vidas se reorganizem, os amigos devem ser amigos para sempre, mesmo que não tenham nada em comum, somente compartilhar as mesmas recordações."

Vinícius de Moraes 

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

(Querer) Mudar...

Que tal usar os dias de descanso para reflectir sobre o que realmente se quer e acabar com as angústias? Afinal, a mudança não tem de ser um exclusivo das decisões de Ano Novo...
“Com frequência sentimo-nos 'prisioneiros' diante de diversas circunstâncias e podemos pensar erroneamente que o nosso presente não nos pertence”, escreve a psicóloga María Jesús Álava Reyes, no livro A Inutilidade do Sofrimento.  Acrescenta ainda que “A verdade é que sem nos darmos conta repetimos condutas, rotinas, costumes, hábitos… formas de agir que, inexoravelmente, nos fazem sentir mal, mas que se afiguram impossíveis de evitar.” Mas terá de ser este o veredicto? Para a terapeuta espanhola, a resposta é negativa. Na sua opinião, o primeiro passo para planear a rentrée da nossa vida está na acção: “A felicidade depende de nós próprios, não das nossas circunstâncias”, garante.
O psicólogo clínico Paulo Sargento dos Santos diz que: “O ser humano é feito para mudar.” Se assim é, porque é tão difícil dar o passo em frente? E segundo o mesmo a resposta está no facto: “mudança estar associada a situações de conflito, o que vai provocar, quanto mais não seja momentaneamente, um desequilíbrio relativamente a um determinado status quo.”
A mudança pode custar, mas é essencial para gostarmos mais de nós mesmos. Aprendida a primeira lição, resta escolher o caminho a seguir. E eis uma nova fonte de angústia. E se errarmos? A resposta é dada por Fermín Bouza. “Devemos concluir que enganarmo-nos é normal e que a vida é uma permanente procura das condutas mais adequadas para cada circunstância. Neste sentido, aquilo a que chamamos erro não é mais do que um passo natural para outra coisa”.
Pior do que o medo de errar é a inexistência de quaisquer perspectivas. O saber que se está mal e que assim não se pode continuar, mas não vislumbrar outros caminhos. “Há uma regra de ouro: quando não vires nenhum caminho, não continues a olhar. Pára! Fecha os olhos, controla a tua respiração, tenta pensar em algo positivo e quando o conseguires, olha de novo e talvez já possas ver; mas se ainda não distinguires nada, não te preocupes, porque certamente estará lá e quer é fazer-te uma surpresa”, aconselha María Jesús Álava Reyes. Afinal, como garante a psicóloga, “há sempre um caminho, ainda que nesse momento pareça escondido”.

Outra máxima a ter em conta neste balanço existencial é que, muitas vezes, uma recta não é o caminho mais curto entre dois pontos. Ou seja, mudar por mudar, sem saber muito bem porquê ou para onde, não é solução para o mal-estar interior. “A mudança não tem de ser rápida e imediata”, avisa o psicólogo Paulo Sargento dos Santos, alertando que as alterações à nossa existência devem ser feitas de forma integrada, com um custo/benefício equilibrado. 
Reflectir é, assim, a palavra de ordem. (...) O importante é começar a sacudir as angústias existenciais, de forma a acabar com essa sensação de sentir-se encurralado numa vida que não escolheu. Uma missão que poderá ter um elevado grau de dificuldade, avisa Paulo Sargento dos Santos. “Como disse um filósofo alemão: pensar dói. O pensamento, quando é feito de forma metódica e sem limites de preconceito, é uma das coisas mais dolorosas.”
Porquê esperar, então, por um novo ano para mudar aquilo que o incomoda, se pode começar agora? Acredite no seu potencial e no poder positivo da transformação. Se lhe restam dúvidas, escute o que diz María Jesús Álava Reyes: “A pessoa é um processo em permanente crescimento, em contínua superação e adaptação constante. Se esquecermos estes princípios, estamos a negar a essência da nossa realidade e com isso as possibilidades de evolução, aprendizagem e enriquecimento que qualquer vida implica.”  Então, vamos a isto?

Adaptado do texto de Cristina Azedo
Na revista Máxima

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Palavras versus Silêncio

"Quando falar, cuide para que suas palavras sejam melhores que o seu silêncio."

É mais ao menos isto que penso em momentos que sei que posso magoar com as minhas palavras. Nesses momentos paro um pouco e penso se o meu silêncio não será melhor! Geralmente opto por ele.

É pena não haver mais gente a fazer o mesmo...

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

I like to imagine you by my side...forever


Meu amor,

...estou aqui, preciso de ti e do teu amor!

A nossa felicidade apenas depende de nós

Por vezes somos inundados por um turbilhão de sentimentos. Não são maus, podem ser um misto de ambos e nós é que não temos a capacidade de os saber gerir e misturamos tudo.
Recentemente aconteceu-me isso! Apercebo-me frequentemente que sofro inutilmente e quando tento controlar os meus pensamentos para algo mais positivo, já não é um trabalho fácil.
Sei que consigo alterar isso e chego mesmo a consegui-lo por um tempo, mas em momentos de maior fragilidade volta a acontecer.
Será que existe alguma forma de fazer "Delete" no nosso cérebro e apagar o que não interessa? Isso é que era...
Na maior parte das vezes, somos nós próprios que alimentamos o que nos magoa, pensando vezes sem conta no assunto, sofrendo inutilmente sobre o que não podemos alterar. O que pode ser alterado é em nós mesmos e isso começa por deixar de remexer no que já não interessa, deixar de sofrer pelo que poderá ou não acontecer, etc., etc.
Na maior parte das vezes nada disso depende de nós, a não ser a nossa felicidade, que habitualmente colocamos erradamente nas mãos dos outros e que é a única coisa que depende, antes e tudo o resto, é de nós mesmos!

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

É mais forte do que eu...

        FCP 5 - 0 SLB
Desculpem minha gente, mas era impossível passar sem referir o fantástico jogo de ontem!
No tempo em que estamos, deu para alegrar durante umas horas. Grande Porto!

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Dias e dias...

Há dias em que precisamos de ouvir algo bom de alguém especial. São dias que acontecem pronto, estamos mais carentes, mais sensíveis!
Um elogio, uma apreciação, um mimo, sei lá, algo de bom sabia tão bem...
Mas não! Nesse dia, a probabilidade disso acontecer (pelo menos na minha cabeça), desvaneceu-se por completo!
E eu pergunto-me, não gostamos todos nós de nos sentirmos apreciados por aqueles que amamos?!
São estes dias que nos levam a pensar, com desagrado, que somos mais facilmente apreciados por todos os outros que nos rodeiam, do que por quem desejamos agradar! Que tudo o restante lhes chama mais à atenção que nós e que nada do que se diga ou faça consegue alterar isso... Por fim,  que não devemos ficar nunca à espera que a outra pessoa diga aquilo que esperamos ouvir! Mais vale não estar a contar com nada e até sermos surpreendidos, do que apanharmos uma valente desilusão...

Tem dias em que sinto a minha sensibilidade no seu máximo de alerta!
Mas agora que desabafei, vai ficar por aqui, não vou pensar mais no assunto! Vou desligar o alerta :)

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Ainda há quem acredite no Príncipe Encantado

"A pessoa certa não é a mais inteligente, a que nos escreve as mais belas cartas de amor, a que nos jura a paixão maior ou nos diz que nunca se sentiu assim. Nem a que se muda para nossa casa ao fim de três semanas e planeia viagens idílicas ao outro lado do mundo. A pessoa certa é aquela que quer mesmo ficar connosco. Tão simples quanto isto. Às vezes demasiado simples para as pessoas perceberem. O que transforma um homem vulgar no nosso príncipe é ele querer ser o homem da nossa vida. E há alguns que ainda querem.

Os verdadeiros Príncipes Encantados não têm pressa na conquista porque como já escolheram com quem querem passar o resto da vida, têm todo o tempo do mundo; levam-nos a comer um prego no prato porque sabem que no futuro nos vão levar à Tour d’Argent; ouvem-nos com atenção e carinho porque se querem habituar à música da nossa voz e entram-nos no coração bem devagar, respeitando o silêncio das cicatrizes que só o tempo pode apagar. Podem parecer menos empenhados ou sinceros do que os antecessores, mas aquilo a que chamamos hesitação ou timidez talvez seja apenas uma forma de precaução para terem a certeza que não se vão enganar. 

O Príncipe Encantado não é o namorado mais romântico do mundo que nos cobre de beijos; é o homem que nos puxa o lençol para os ombros a meio da noite para não nos constiparmos ou se levanta às três da manhã para nos fazer um chá de limão quando estamos com dores de garganta. Não é o que nos compra discos românticos e nos trauteia canções de amor no voice mail, é o que nos ouve falar de tudo, mesmo das coisas menos agradáveis. Não é o que diz Amo-te, mas o que sente que talvez nos possa amar para sempre. Não é o que passa metade das férias connosco e a outra metade com os amigos; é que passa de vez em quando férias com os amigos. 
(...) 
Que quando está cansado fica em silêncio, mas nunca deixa de nos envolver com um sorriso. Não precisa de um carro bestial, basta-lhe uma música bestial para ouvir no carro. (...) 
O Príncipe é um Príncipe porque governa um reino, porque sabe dar e partilhar, porque ajuda, apoia e nos faz sentir que somos mesmo muito importantes.
Claro que com tantos sapos no mercado, bem vestidos, cheios de conversa e tiradas poéticas, como é que não nos enganamos? É fácil. Primeiro, é preciso aceitar que às vezes nos enganamos mesmo. E depois, é preciso acreditar que um dia podemos ter sorte. E como o melhor de estar vivo é saber que tudo muda, um dia muda tudo e ele aparece. Depois, é só deixa-lo ficar um dia atrás do outro... e se for mesmo ele, fica." 


Por Margarida Rebelo Pinto
Em Textos Inéditos

Digam-me de vossa justiça, quem acredita no "príncipe encantado"?
O que acham deste texto?! Concordam? 

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Textos que me agradam...

“Espero por ti porque acho que podes ser o homem da minha vida. E espero por ti porque sei esperar, porque nos genes ou na aprendizagem da sabedoria mais íntima e preciosa, há uma voz firme e incessante que me pede para esperar por ti. E eu gosto de ouvir essa voz a embalar-me de noite antes de, tantas e tantas vezes, te encontrar nos meus sonhos, e a acalentar-me de manhã, quando um novo dia chega e me faz pensar o quão longa e inglória pode ser a minha espera.”



Margarida Rebelo Pinto

A culpa é minha!

A culpa de te sentires desiludida (e assim esquisita e tal) é toda tua Elisabete Catarina!
Aprende de uma vez a não colocares a culpa nos outros, a não criares demasiadas expectativas!
A culpa deste sentimento medonho que continua a perseguir-te é de inteira responsabilidade tua...mentaliza-te!