Minimalismo

É uma palavra que me tem vindo frequentemente à cabeça principalmente quando ando à procura de coisas para casa: MINIMALISMO. Parece que tenho um lembrete, criado não sei como nem porquê (ou se calhar até sei) que me faz abrandar quando a minha veia consumista anda a fazer das dela. 

Esta palavra surgiu mais amiúde na web há uns anos. Parece-me a mim que um pouco influenciado pelos novos estilos de vida saudáveis e até mais espirituais.

A oferta é tanta que as pessoas começaram a cansar-se do consumismo desenfreado e agora estão a tentar prestar um pouco mais de atenção em coisas que o dinheiro não pode comprar, como a satisfação com a vida e a felicidade.


Minimalismo é (ou deveria ser) muito mais do que um estilo de vida ou uma preferência estética. É uma ferramenta que pode ajudar a todos aqueles que estiverem dispostos a livrar-se dos excessos em favor de se concentrarem no que é importante para encontrar a felicidade, realização pessoal e, principalmente, liberdade.

Quando identificamos o que não é necessário, começamos a tomar decisões mais conscientes e isso acaba nos libertando de medos, preocupações, angústias, culpa e das armadilhas do consumo que acabamos construindo em nossas vidas e que nos fazem sentir que estamos presos aos nossos empregos ou a determinados círculos sociais.

Para ser minimalista não existe regra. Não existem 10 passos que farão você se livrar de tudo o que é desnecessário da sua vida. Até porque, cabe a cada um saber o que é importante para si mesmo. Esta mudança está diretamente ligada ao que cada um entende como felicidade.

Por isso, não é errado querer ter um carro confortável, roupas boas ou uma bela casa se essas coisas são importantes para si e fazem-no ser feliz. O problema está no significado real que essas coisas tem nas nossas vidas e no sacrifício que às vezes fazemos para possuí-las sem perceber o quanto elas arruínam o nosso bem-estar, nossos relacionamentos e até mesmo nossa saúde.

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